TEMPOS TENEBROSOS
TEMPOS TENEBROSOS.
Tempos tenebrosos, ruas escuras
Tempos tenebrosos, ruas escuras
Onde havia alegria, agora há choro
Onde havia esperança, agora ha desanimo
Onde havia musica, agora ha silencio.
Ruas quase vazias, pessoas sem rumo
Caminham como se não houvesse volta
Com faces aterrorizadas não sabem o que fazer
Empunham bandeiras, sem saber o por que ?
Faces nefastas, sorrisos sombrios
Vivem num vazio como se não houvesse amanhã
Com barricadas na ruas gritam por liberdade
Sons sem nexo soam pela cidade.
Ruas sujas, vazias, solidão, tristeza
o medo, a dor, a doença, a fome sinais abertos
Os carros, os poucos andam incertos
Numa cidade fantasma, pedindo liberdade.
Um vírus invisível parou o mundo
Em questão de segundos a terra se calou
O orgulho, o dinheiro, a vaidade
Tornaram-se celebridades caladas em meio ao caos.
Ha que saudades do transito engarrafado
Ha que saudades dos gritos dos estádios
Ha que saudades dos grandes abraços
Ha que saudades das gargalhadas.
Os teatros fecharam as portas
Sobram atores nas casas fechadas
As mascaram tomaram conta das ruas
Atores e atrizes vivem uma triste espetáculo.
Espetáculo do medo, da doença que mata
Que passa deixando um rastro de dor
O amor, a paz, o perdão onde estão
Se esconderam, estão de mau humor.
Somos culpados, somos humanos mal agradecidos
Deixamos o amor e procuramos o ódio
Queimamos a bandeira da paz
E enterramos o perdão.
Agora a mascara, o rosto escondido é a solução
Somos atores, atrizes, desempregados, mau humorados
Em cima de um palco com pouca fundação
Em cima de um vulcão prestes a explodir.
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