Precisamos com urgência cuidar da nossa saúde, a obesidade está batendo nas portas de ricos e pobres. Tem um velho ditado que diz- Se gordura fosse fisico, porco seria atleta.
Então malhe, malhe sem parar, de uma corridinha, ande no parque, curta tua familia, as coisas simples da vida jamais serão esquecidas.
A população do mundo sofre com o sobrepeso e com a obesidade.
O alerta está dado- epidemias como a hipertensão e o diabete vem na esteira dos quilos a mais.Não dá para ignorar. A Organização Mundial da Saude divulgou semanas atrás numeros que nos causam calafrio. O excesso de peso causa algo como 2,8 milhões de mortes a cada ano, os numeros se comparam com as vitimas de guerra e com os derrotados pelo tabagismo.
Quando fiz a musica malhe, malhe, pensei em alertar a população de todas as idades a praticar algum tipo de exercicio, o nosso corpo independente da idade precisa praticar algum movimento para se manter ativo. Convido voce a malhar, malhar não é ir na academia e se mostrar para os outros, malhar é andar de bicicleta com teu filho, é praticar uma caminhada com tua esposa, é lutar por qualidade de vida, em qualquer tempo e lugar. São dicas simples que vão te ajudar sem precisar gastar fortunas com academias e ostentações baratas. Malhe , esqueça o celular na hora da refeição, olhe no olho do outro , evite discusões futeis que não levam a lugar nenhum, e reserve horas para estar com sua familia. Isto é cuidar do corpo e da alma. Então malhe, malhe sem parar.
TEMPOS TENEBROSOS
TEMPOS TENEBROSOS.
Tempos tenebrosos, ruas escuras
Tempos tenebrosos, ruas escuras
Onde havia alegria, agora há choro
Onde havia esperança, agora ha desanimo
Onde havia musica, agora ha silencio.
Ruas quase vazias, pessoas sem rumo
Caminham como se não houvesse volta
Com faces aterrorizadas não sabem o que fazer
Empunham bandeiras, sem saber o por que ?
Faces nefastas, sorrisos sombrios
Vivem num vazio como se não houvesse amanhã
Com barricadas na ruas gritam por liberdade
Sons sem nexo soam pela cidade.
Ruas sujas, vazias, solidão, tristeza
o medo, a dor, a doença, a fome sinais abertos
Os carros, os poucos andam incertos
Numa cidade fantasma, pedindo liberdade.
Um vírus invisível parou o mundo
Em questão de segundos a terra se calou
O orgulho, o dinheiro, a vaidade
Tornaram-se celebridades caladas em meio ao caos.
Ha que saudades do transito engarrafado
Ha que saudades dos gritos dos estádios
Ha que saudades dos grandes abraços
Ha que saudades das gargalhadas.
Os teatros fecharam as portas
Sobram atores nas casas fechadas
As mascaram tomaram conta das ruas
Atores e atrizes vivem uma triste espetáculo.
Espetáculo do medo, da doença que mata
Que passa deixando um rastro de dor
O amor, a paz, o perdão onde estão
Se esconderam, estão de mau humor.
Somos culpados, somos humanos mal agradecidos
Deixamos o amor e procuramos o ódio
Queimamos a bandeira da paz
E enterramos o perdão.
Agora a mascara, o rosto escondido é a solução
Somos atores, atrizes, desempregados, mau humorados
Em cima de um palco com pouca fundação
Em cima de um vulcão prestes a explodir.
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